O critério do orçamentista continua sendo dele. O que sai da mesa é ler o TR, digitar quantidade por quantidade e refazer a conta quando o revisor pergunta de onde ela veio.
Os gates existem para forçar a revisão, não para dispensá-la: o sistema mostra o que entendeu, nomeia o que falta e recusa avançar sem resposta.
O material do projeto chega como o cliente mandou. Desenho e memorial são extraídos em segundo plano — falha ou demora sinaliza, nunca trava o fluxo.
Lê tudo que chegou e devolve a narrativa do que entendeu, a lista de itens agrupada por frente e as pendências a confirmar.
Cada item vira composição SINAPI com fator por unidade. Você ajusta no chat ou edita direto — e nada avança com lacuna aberta.
Ritmo pelo recurso-gargalo, frentes em paralelo, Gantt com caminho crítico, histogramas de mão de obra e equipamentos.
O orçamento é montado a partir do que você aprovou, por cálculo — não por palpite. Mesmo material aprovado, mesmo número.
Não é o modelo lembrando a SINAPI: é uma base de conhecimento paramétrico curada para os serviços que essas obras realmente pedem, mantida por quem entende do assunto.
Estamos fechando parceria com um grupo pequeno de construtoras: o MARCO é gratuito para elas durante o desenvolvimento. Em troca, pedimos material real de obra e a leitura crítica do orçamentista sobre cada número que a ferramenta devolve.